quinta-feira, 9 de outubro de 2014

CORPO ENCONTRADO NO MARANHÃO PODE SER DE PESCADOR CAMOCINENSE

No último dia 27 de Setembro, dois tripulantes da embarcação denominada Fera I, um Bastardo de cerca de 11 metros de comprimento, desapareceram após caírem no mar, na costa do Maranhão. O restante da tripulação, composta de 4 pescadores, chegaram ao Porto de Tutóia após dois dias, depois de terem sido localizados pelo Bote Talia. A embarcação Fera I tem registro de Camocim, e estava pescando dentro da distância permitida, a  17 milhas (32 km) da costa de Barreirinhas, no Maranhão. 
Uma versão inicial dava conta que teria havido um acidente no barco, causando a queda de um dos pescadores. O outro teria pulado para tentar salvá-lo. Uma outra versão, bastante contraditória, diz que não houve acidente, e que os dois foram parar no mar devido a uma forte ventania.  O Comando do 4º Distrito Naval, órgão da Marinha do Brasil responsável pela jurisdição em questão, foi acionado, dando início imediato à operação de busca e salvamento, porém, sem sucesso. 

No sábado (04), o corpo de um homem foi encontrado por populares na Praia da Travosa (foto), localizada no município de Primeira Cruz (MA). As autoridades foram acionadas e fotos do corpo foram enviadas à Agência da Capitania dos Portos de Camocim para que familiares dos desaparecidos pudessem fazer um reconhecimento preliminar. Após a realização desse procedimento, surgiu a suspeita de que podia se tratar do pescador Emanoel Mauro do Nascimento, de 28 anos, que juntamente com Francisco Marcelo Castro, de 41 anos, estava desaparecido. 
O reconhecimento inicial teria sido possível graças a várias tatuagens que Mauro mantinha, entre elas, uma que trazia seu nome. O pai de Mauro embarcou na segunda-feira (06) rumo a São Luís, Capital do Maranhão, no sentido de reconhecer oficialmente o corpo no IML. Enquanto isso, agora sob responsabilidade da Agência da Capitania de Camocim, um Inquérito Administrativo Sobre Fatos da Navegação está tramitando no intuito de apurar todos os fatos relacionados ao caso. A Capitania dos Portos tem um prazo de 90 dias para concluir a investigação. 

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