terça-feira, 31 de março de 2015

Publicada no Diário Oficial autorização para reajuste nos preços dos remédios

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Os remédios poderão ficar mais caros a partir de hoje no Brasil. O ajuste máximo foi fixado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) em até 7,7%. A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” de hoje. A regulação vale para mais de 9.000 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, conforme o perfil de concorrência dos produtos.
O nível 1, (7,7%) remédios como omeprazol (gastrite e úlcera); amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias). No nível 2, (6,35%), estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). No nível 3, (5%) ficarão mais caros medicamentos como ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase).
O ajuste de preços considera a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e que ficou em 7,7%. Em 2014, o reajuste máximo autorizado foi de 5,68%.

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