quinta-feira, 18 de junho de 2015

EUNÍCIO OLIVEIRA DEFENDE CANDIDATURA DO PMDB PARA PRESIDÊNCIA E AFIRMA QUE SENADO CUMPRIU SEU PAPEL NA REFORMA POLÍTICA

“O PMDB vai ter candidatura própria. Não dá mais para o PMDB ficar a reboque de nenhum partido”, assegurou o senador Eunício Oliveira, líder do PMDB no Senado, sobre a disputa eleitoral à presidência da República, durante o programa Debates do Povo, da Rádio O Povo/CBN, nesta segunda-feira, 15. Além das próximas eleições, o debate teve como tema principal a Reforma Política, que está em discussão no Congresso Nacional.
Sobre a Reforma Política, o senador alegou ser esse um debate extremamente importante para o Brasil e que vem sendo aguardado pelos eleitores. Porém, ele afirma que falta uma discussão maior com a sociedade e sintonia entre as casas legislativas. Na avaliação de Eunício Oliveira, até o momento, o único ponto importante aprovado pela Câmara dos Deputados, que responde aos apelos das ruas, foi o fim da reeleição. “O resto é perfumaria”.
Segundo o parlamentar, o Senado fez o seu papel votando todos os itens levantados sobre a Reforma Política, agora o Congresso aguarda que a Câmara avance no debate de pontos essenciais para uma verdadeira mudança no processo eleitoral, como fim das coligações proporcionais e financiamento de campanha. “As coligações proporcionais são uma aberração, uma sopa de letrinhas. Extinguimos e a Câmara reavivou, e nós (senadores) vamos extinguir de novo”, garantiu.
Eunício acredita que caso o atual modelo de financiamento de campanha perdure, casos de corrupção irão continuar. “Essa forma de financiamento de campanha não pode permanecer, está equivocada. Da forma como está, não tem transparência e gera corrupção”, defendeu.
O Peemedebista também se posicionou contra o fim da reeleição e defendeu a extinção dos chamados “partidos de aluguel”. "O Congresso aprovou nova regra estabelecendo que partidos tenham cinco anos de registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o processo de fusão seja realizado", disse. Outra medida para acabar com esses partidos, entende, é o fim das coligações proporcionais.

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