sábado, 17 de junho de 2017

HOSPITAL REGIONAL NORTE ORIENTA SOBRE BENEFÍCIOS DO PARTO NORMAL

“Recomendo o parto normal para todas as mães”, fala Daniele Félix de Alencar, de 22 anos, pouco mais de seis horas depois de dar à luz à Ana Lívia, que nasceu na madrugada da última segunda-feira, 12, no Hospital Regional Norte (HRN), em Sobral, da rede pública do Governo do Ceará. A agricultora do município de Quixelô teve sua filha no Centro de Parto Normal (CPN) do HRN. “Parabenizo o hospital pelo atendimento e pela estrutura”, declara Daniele.

A equipe do Centro de Parto Normal do Hospital Regional Norte é composta por médicos obstetras, neonatologistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Toda mãe que utiliza o espaço tem à disposição o acompanhamento destes profissionais, antes, durante e depois do parto. O CPN possui cinco leitos. Além desta ala, o serviço de obstetrícia do HRN conta também com a Unidade de Cuidados Obstétricos (UCO), com cinco leitos, Clínica Obstétrica (23 leitos) e Centro Cirúrgico Obstétrico (cinco salas).

A coordenadora médica do serviço de obstetrícia, Eveline Linhares, elenca os vários fatores positivos para uma parição espontânea. “O parto normal é mais fisiológico. Isso já traz mais benefícios para mãe e a criança, já que não tem uma intervenção cirúrgica. A gente percebe a melhor interação entre mãe e bebê. Existe um menor estresse do recém-nascido. Também favorece o início do aleitamento, melhora a estabilidade respiratória da criança, entre outros benefícios”, ressalta Eveline.

Segundo a médica, a recuperação após o parto vaginal é bem mais rápida. “O parto vaginal tem menos intervenções médicas. A gente consegue que a mulher mais rapidamente se restabeleça e tenha um retorno mais precoce às atividades. O parto normal não interfere nas próximas gestações”, afirma.

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Este ano, até o mês de maio, o Hospital Regional Norte realizou 765 partos, sendo 220 partos normais e 545 cesáreas. De acordo com Eveline, a cesárea é feita quando existe uma recomendação clínica, quando a gravidez é de alto risco. Foi o caso de Gracekelle Gabriel do Nascimento, 26, que no último dia 2 teve trigêmeos. “A estrutura do hospital foi muito boa tanto pra mim, quanto para os meus filhos”, enfatiza.

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